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sexta-feira, 25 de maio de 2012

Reportagem - Parto Humanizado

Vídeo realizado em Campinas relata alto porcentual de cesáreas realizadas em Campinas.

2011
Total partos: 14.462 
Rede Particular: 6.649 - 90% de cesáreas
Rede Pública: 7.813 - 46,2% de cesáreas

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sábado, 12 de maio de 2012

Video - Parto Humanizado

Vídeo do Parto Humanizado - Gestante de 18 anos, primigesta, 42 semanas e 3 dias de gestação - bebê de 4,300kg - com períneo íntegro.

Assistido por Melania Amorim e Sabina Maia, no projeto Humanização do nascimento no ISEA (Maternidade Instituto Saúde Elpídio de Almeida) , em Campina Grande, em maio de 2009.


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segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Programa EPTV Comunidade

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quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Protetores de Berço - Cuidados

Especialistas recomendam berços sem almofadas e bichos de pelúcia


Nos EUA, em sete anos, 32 bebês morreram sufocados ou estrangulados pelos laços que amarram os protetores dos berços.

A assistente administrativa Alzira de Campos Cohen é do interior de São Paulo e mora em Nova York. Ela se surpreendeu quando foi comprar um novo protetor de berço para o quarto do filho Brian. “Falaram que por segurança esse produto não vai ter mais nessa loja”, diz. 
A loja seguiu a recomendação da Academia Americana de Pediatria para bebês com até 6 meses de idade. Há muito tempo, médicos americanos vêm estudando a morte inesperada de bebês em seus berços. Ela pode ser provocada por asfixia, sufocação e trauma. Pediatras analisaram milhares de casos de acidentes e mortes de bebês nos Estados Unidos. Em sete anos, 32 bebês morreram sufocados ou estrangulados pelos laços que amarram os protetores. 

Em Washington, a pediatra Rachel Moon participou da pesquisa. Ela diz que já teve que lidar com casos difíceis em que perdeu pacientes sufocados. Por isso, é firme em recomendar que os pais não usem o protetor de berço. Rachel recomenda ainda que os bebês durmam no berço instalado no quarto dos pais durante os seis primeiros meses. 

O berço ideal indicado pela Academia Americana de Pediatria não é muito bonitinho, mas o importante é a segurança. Nada de protetores de berço, almofadas, travesseiros, muito menos bichos de pelúcia. O colchão tem que ser firme, ocupando todo o espaço interno no berço, sem vãos nas laterais. E ele tem que ficar reto, e não inclinado. 

Para que ninguém fique com dúvidas, o Fantástico contou com a colaboração da bebê Bruna para ajudar a esclarecer as normas de segurança. A mãe está cheia de perguntas. 

“Eu tinha um móbile até há pouco tempo, que a Bruna fez de pêndulo. É correto manter ou tenho que retirar?”, pergunta a empresária Gisele Marques. 

Quem explica é a diretora do Departamento de Segurança da Criança da Sociedade Brasileira de Pediatria, Renata Waksman. “Tem que retirar o quanto antes. Porque a criança vai acabar se pendurando e pode sofrer machucados e lesões.” 

Gisele quer saber sobre a grade do berço. 

“Uma grade que não esteja firme e que a criança consiga sacudir é extremamente perigosa e não representa segurança nenhuma”, alerta a especialista. 

“Mantemos ou retiramos o protetor?”, pergunta Gisele. 

"O ideal, pensando na segurança, pensando nos movimentos da Bruna, é remover o protetor.” 

Mas a função do protetor não é exatamente evitar que o bebê se machuque? “Mesmo que dê leves batidinhas, seja nos bracinhos, nas perninhas, ou até na cabecinha, não vão representar risco. Por outro lado, um protetor mal colocado que possa servir de escada acaba representando um risco bem maior”, explica. 

Outra mãe, do Rio de Janeiro, gosta de deixar o berço bem recheado de bichinhos e travesseiros. 

“O ideal é que o berço não tenha bichinhos de pelúcia e travesseirinho dentro dele”, reforça a pediatra Adriana Proença Barros. “O ideal é que o bercinho não tenha nada.” 

Adriana tem mais algumas dicas de segurança para os bebês com menos de 1 ano, mas que já sentam e se levantam no berço. 

“A altura deve medir na, vertical, no mínimo 60 centímetros, para que a criança, quando ficar em pé, não tenha risco de cair do berço. A distância entre uma trave e outra deve ser menor do que seis centímetros, para não passar a perninha e acabar se machucando.” 

A pequena Giulia não gosta nem um pouco quando é colocada no bercinho vazio. Só se acalma quando ganha a centopeia. 

“Quanto mais estimulação visual, quanto mais cor você coloca na caminha do bebê, mais agitado ele fica. E mais dificuldade para dormir”, acrescenta a pediatra. 

Giulia reclama, mas agora está em segurança.

Clique no vídeo para assistir



Fonte:http://fantastico.globo.com/Jornalismo/FANT/0,,MUL1677729-15605,00.html
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domingo, 5 de setembro de 2010

Estudo inédito revela que alguns pais também produzem hormônio ligado à maternidade

IARA BIDERMAN
DE SÃO PAULO
 
Pela primeira vez, um estudo mostrou o papel do hormônio ocitocina na criação de vínculos afetivos entre o pai e o filho recém-nascido.
 
Essa substância já é conhecida por estimular as contrações uterinas no trabalho de parto, a ejeção do leite na amamentação e a criação de laços entre mãe e bebê.

Mas a nova pesquisa, publicada no periódico "Biological Psychiatry", avaliou o efeitos do hormônio da maternidade em homens que eram pais pela primeira vez.

As conclusões são estimulantes para essa geração de homens que participa mais na criação dos filhos.

Estudo inédito mostra que a produção de ocitocina também dispara em homens mais envolvidos com seus bebês

SEM DAR DE MAMAR

Os pesquisadores descobriram que, embora a lactação seja um poderoso estímulo à produção de ocitocina, não é preciso dar o peito para que isso ocorra.

Os níveis de hormônio foram medidos nos 160 participantes do estudo (80 casais) seis semanas após o nascimento do bebê e logo após ele completar seis meses.

Constatou-se que a concentração de ocitocina nos homens era igual à das mães de seus filhos. Isso sugere, segundo os pesquisadores, que os mecanismos que regulam os níveis do hormônio também estão ligados ao relacionamento do casal.

Além disso, o estudo mostrou uma forte associação entre os níveis de ocitocina e a capacidade paterna de se relacionar com seu bebê.

Não se sabe se o aumento de hormônio é causa ou efeito do comportamento. Mas foi verificada a relação entre a ocitocina e as atitudes dos pais com as crianças.

Elas são diferentes para pais e mães. Nelas, troca afetuosa de olhares, carinhos e palavras maternais são os comportamentos associados ao aumento da ocitocina.

Nos pais, a alta do hormônio ocorre quando ele estimula o filho -por exemplo, mostrando objetos ou fazendo com que agarre sua mão.

"Isso é lindo. Mostra que a ocitocina é quase um medidor biológico da capacidade de um homem permanecer cuidando de sua família", diz a endocrinologista Vânia Assaly, membro da International Hormone Society.

O endocrinologista Luís Eduardo Calliari, da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, conta que alguns estudos em animais já indicavam algo semelhante.

Foram observados dois tipos de ratos: um que cuidava de sua prole, "constituía família", e outro que abandonava a fêmea depois do acasalamento. Os animais fiéis tinham concentrações de ocitocina bem maiores do que as dos ratos canalhas.



CAUSA OU EFEITO?

"Teoricamente, [o hormônio] pode estar relacionado ao envolvimento do pai. Mas, como em outros estudos sobre ocitocina e comportamento humano, esse não é conclusivo. Não dá para saber se o aumento da substância é causa ou efeito do comportamento", diz Calliari.

Vários estudos feitos com o hormônio (leia acima) sugerem que ele age como modulador do comportamento. O aumento da ocitocina deixa a pessoa mais generosa, compreensiva, amorosa.

Calliari pondera: "Isso pode indicar que vale a pena deixar o pai mais perto do recém-nascido, para facilitar a criação de vínculos".

Fonte:http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/788507-estudo-inedito-revela-que-alguns-pais-tambem-produzem-hormonio-ligado-a-maternidade.shtml
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