domingo, 27 de novembro de 2011

Experiência do Parto

Experiência do Parto "mudou minha vida", diz atriz global

 atriz Carolinie Figueiredo deu a luz na madrugada da última sexta-feira (25) à sua primeira filha, Bruna Luz, fruto do relacionamento com Guga Coelho. Neste sábado, a atriz comentou no Twitter sobre o nascimento da filha: "estou tão feliz. Essa experiência mudou minha vida", disse.


Para Carolinie, a yoga ajudou no parto, que foi natural e sem anestesia: "(a yoga foi) responsável por me fazer descobrir que nós mulheres somos capazes de dar a luz. Que temos força, que a natureza sabe agir quando deixamos fluir. E que a dor também é prazer."
A atriz falou ainda de sua recuperação e as primeiras impressões sobre a filha: "Eu pari e duas horas depois fui tomar um banho delicioso, sozinha. E Bruna Luz é tão esperta. Só é bravinha pra pegar o mama."



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sábado, 26 de novembro de 2011

Bebê super-pesado nasce em Berlim

Um hospital de Berlim anunciou nesta sexta-feira o nascimento de parto normal de um menino muito acima do peso, com 6 quilos (13,2 libras), o 14º filho de uma mãe de 40 anos.

"De acordo com nossa pesquisa, nunca houve uma criança com esse peso que tivesse nascido sem uma operação (cesárea) na Alemanha", disse o Dr Wolfgang Henrich, chefe da unidade neonatal do hospital, em um comunicado.
A mãe, identificada apenas como Elfi Y., é obesa, com um peso de cerca de 240 quilos, informou o hospital, acrescentando que ela teve diabetes gestacional, mas não abriu mão dos doces.
O novo bebê dela, chamado Jihad, terá nove irmãos e quatro irmãs. Três deles pesavam mais de cinco quilos ao nascer. Recém-nascidos têm em média 3,5 quilos.
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terça-feira, 22 de novembro de 2011

Pilates - Benefícios corpo e mente

Pilates proporciona benefícios à mente

Veja de que maneira o pilates melhora o condicionamento mental, além do físico, e torna os praticantes aptos a sustentar uma nova postura de vida

Atualizado em 21/11/2011
Reportagem: Raphaela de C. Mello - Edição: MdeMulher


"A boa forma física não pode ser alcançada por mero desejo ou simples compra", fala Joseph Pilates
Foto: Istockphoto
Se você não faz parte do time de fãs das academias de ginástica, mas frequenta alguma, mesmo a contragosto, para manter a forma - ou se recusa a encarar aulas dos mais variados estilos e o uso de pesinhos -, está na hora de experimentar o método de condicionamento físico e mental criado pelo alemão Joseph Pilates (1880-1967). Apesar da aparente suavidade dos movimentos, os exercícios de pilates fazem com que o corpo não só se alongue e se fortifique de forma integrada e individualizada, como também convida os praticantes a experimentar uma nova maneira de se relacionar com o mundo.
Por privilegiar exercícios de baixo impacto e poucas repetições, a técnica proporciona resultado eficaz com menor desgaste dos músculos e das articulações. "O praticante passa a utilizar sua energia sem desperdiçá-la naquilo de que não precisa. Esse domínio, originado na mente, resulta em vigor e bem-estar", diz Inelia Garcia, proprietária do The Pilates Studio Brasil, rede espalhada pelo país, e ex-aluna de Romana Kryzanowska, uma das principais discípulas de Jospeh Pilates e grande divulgadora de seu legado.
Ministrado com precisão cirúrgica, o método se molda a pessoas de todas as faixas etárias, inclusive as que sofrem de dores crônicas ou de problemas ósseos e musculares. Nesse caso, o trabalho é conduzido por um fisioterapeuta. Uma vez curada a lesão, o professor de educação física, devidamente certificado, assume o comando. A essência da mensagem de Pilates é: independentemente da situação em que esteja, você pode e deve se mexer.

Muito além do colchonete

Grande parte da beleza dessa corrente, que a cada dia conquista mais adeptos, reside no fato de que o aprendizado extrapola as paredes do estúdio. O aluno não demora a perceber que está diante não apenas de um conjunto de movimentos, mas de uma filosofia de vida calcada na crença de que somos responsáveis por nossa saúde física e mental. "Quando nos apoderamos da habilidade inata de controlar nosso corpo, evoluímos também no campo emocional. É libertador e estimulante descobrir que somos capazes de assegurar o próprio bem-estar", destaca Brooke Siler, instrutora americana, também formada sob a tutela de Romana Kryzanowska, e autora de Desafios do Corpo Pilates, da Summus Editorial.
Ganha-se, portanto, um jato de autoestima. E mais. "O pilates incita a força de vontade, o desejo, o impulso de realizar coisas e a convicção de que você pode alcançar seus objetivos", sublinha Inelia Garcia, proprietária do The Pilates Studio Brasil. Não se trata de mágica. Esse, digamos, efeito colateral comportamental é apenas reflexo da cumplicidade entre mente, corpo e emoções. "O controle da respiração ajuda a aplacar a ansiedade. Assim, a atividade é uma ferramenta de estabilidade emocional e de autoconhecimento", ela afirma. Além disso, a modalidade também serve de escudo contra o estresse e a fadiga.
O pilates trabalha a força e a concentração
Foto: Istockphoto

Os seis princípios do método pilates 

As diretrizes abaixo devem nortear cada movimento numa aula de pilates...
Concentração: a fim de trabalhar o físico, é necessário estar presente com a mente - é ela que comanda a ação. Por isso, é fundamental prestar atenção nos movimentos executados e observar como os músculos respondem.
Controle: o domínio muscular preconizado pelo método consiste na ausência de movimentos descuidados, automáticos ou casuais. Nenhum exercício no pilates é feito simplesmente por fazer. Cada movimento tem uma função.
Centro de força: temos um grande grupo de músculos no centro - abdômen, lombar, quadris e glúteos. Pilates chamou esse conjunto de "casa de força". Toda a energia necessária à realização dos exercícios se inicia nela e flui para as extremidades.
Fluidez: no método Pilates não existem movimentos estáticos, isolados, porque o corpo não funciona naturalmente dessa maneira. Pelo contrário, eles são fluidos, como um longo passo ou uma valsa.
Precisão: a concentração em fazer um movimento preciso e perfeito em vez de muitos sem vontade é condição essencial do pilates. Deixar de fora qualquer detalhe é abandonar o valor intrínseco do exercício.
Respiração: a respiração completa renova a circulação do ar, oxigena o sangue e ainda ajuda no controle dos movimentos durante os exercícios, assim como no dia a dia.

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sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Pilates em Grupo Pós-Parto - Solo

Grupo Pilates para Pós-Parto - Solo
(Máximo 4 Alunas)

Local: Espaço Sabiah - R. Paulo Lanza, 91 - Barão Geraldo
Horários:  a combinar.

*Obs: novas interessadas entrar em contato por telefone: 3012-6288 / 9204-5729 ou e-mail: nathaliahelena@yahoo.com.br. Opção de atendimento individual no mesmo local.

As aulas possuem duração de 1 hora e são realizadas no solo com acessórios (bola de diversos tamanhos, elásticos, rolos, bastões, halteres, magic circle).

Quando Iniciar?
Parto Normal: após 30 dias com liberação médica
Cesárea: após 60 dias com liberação médica

       * Aulas com bebês a partir de 60 dias do nascimento - apenas opção individual - horário: a combinar.


**Monte seu grupo com amigas para aulas em condomínio, clube ou empresa.
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Pilates

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quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Serviços para Pós-Parto

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Serviços para Gestante

                                 Clique sobre o nome do serviço para mais informações        

- Doula 

- Drenagem Linfática Manual

- Esfoliação/ Hidratação Corporal

- Fisioterapia

- Massagem Thai Yoga

- Pilates

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terça-feira, 25 de outubro de 2011

Personal Gestante


O que é Personal Gestante?
É um atendimento personalizado, individual, realizado de acordo com a fase gestacional de forma segura e respeitando as limitações e os objetivos de cada gestante.

Quais são os principais objetivos?
Melhorar a saúde física das gestantes, melhorar a qualidade de vida e bem-estar, ganhar força muscular e elasticidade.

Como são as sessões?
As sessões são realizadas de 1 a 2 vezes por semana, com duração de 60 minutos. Local e horário: a combinar.

Onde as aulas são realizadas?
Os atendimentos podem ser realizados em sua casa, academia do prédio ou condomínio, clube, empresas, praças, lagoa do taquaral.

Quais são os principais recursos utilizados?
Conscientização corporal, orientação postural, exercício físico (alongamento, fortalecimento), fortalecimento do assoalho pélvico, treino da respiração, caminhadas, atividades de relaxamento, pilates.

Quais acessórios podem ser utilizados?
Colchonetes, bola de diversos tamanhos, elásticos, rolos, bastões, halteres, magic circle, entre outros.

Quando procurar?
A partir de 12 semanas de gestação; Em casos de indicação médica; Quando achar necessário realizar cuidados com o corpo; Preparação para o Parto.

Obs: É necessário ter a liberação do obstetra responsável.
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quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Teste da Orelinha

Campanha - Teste da Orelinha

Clique na imagem para aumentar

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quarta-feira, 19 de outubro de 2011

A força do pilates


O método começa a ser indicado por médicos e ganha 

espaço dentro dos hospitais para auxiliar na 

recuperação de males como dor, câncer e doenças neurológicas

Rachel Costa
No mundo do fitness, a explosão de novas modalidades é uma constante. Mas, normalmente, com a mesma velocidade com que surgem, elas desaparecem após poucos meses. Quando resistem, tornam-se aqueles fenômenos que mudam a história da malhação e a maneira como enxergamos a atividade física. Foi assim com o surgimento da aeróbica, com a expansão da musculação e assim está sendo com o Pilates. Criado pelo alemão Joseph Pilates durante a Primeira Guerra Mundial (1914-1918), o método rapidamente caiu no gosto dos bailarinos, que o usavam como complemento ao treino. Mas foi só a partir da década de 90 que se popularizou, atraindo milhares de adeptos em todo o mundo e tornando-se a maior revolução do fitness dos últimos anos. Só nos Estados Unidos, primeiro país a receber um estúdio com aulas da modalidade (ministradas pelo próprio Pilates em Nova York), estima-se que cerca de dez milhões de pessoas o pratiquem. No Brasil, não há dados precisos, mas o crescimento pode ser observado pela grande quantidade de estúdios e de pessoas que se confessam fãs do Pilates. “A rápida percepção dos resultados incentiva cada vez mais gente a aderir à técnica”, analisa a fisioterapeuta Solaine Perini, presidente da Associação Brasileira de Pilates. “Isso faz dele o método de condicionamento físico que mais ganha adeptos no mundo.”
As razões para se buscar o Pilates são as mais variadas. Há desde os desejosos de esculpir o corpo (inspirados por celebridades como a cantora Madonna, que credita parte de sua boa forma à técnica) até os interessados em exercícios capazes de ajudar na prevenção ou na recuperação de problemas como dores e lesões. Como anseios tão diferentes cabem dentro de um mesmo método? “Pilates se preocupou em criar uma técnica que trabalha a saúde como um todo”, considera Inelia Garcia, uma das primeiras instrutoras do método no Brasil e hoje dona de um império com mais de 47 estúdios e dez mil alunos espalhados por todo o País. “O corpo torna-se mais forte, flexível e resistente”, diz. “Na parte mental, os exercícios melhoram a concentração e a memória. E o trabalho com a respiração ajuda no controle das emoções”, completa.

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A abrangência das lições deixadas por Pilates chama mesmo a atenção. Vem de uma preocupação constante que guiou o seu trabalho: imprimir ciência à técnica. Toda a metodologia de Pilates parte do conceito de “centro de força” (ou power house). O termo, por ele criado, define a região central do corpo humano. “São os músculos da coluna, do quadril, das coxas e do entorno do abdome”, diz Aline Haas, professora da Universidade Federal do Rio Grande do Sul e instrutora certificada pela Pilates Method Alliance, dos Estados Unidos. “Eles são os flexores e extensores da coluna e do quadril e estão na musculatura profunda da pelve.” De acordo com os princípios preconizados por Pilates, fortalecer essa região é a melhor maneira de garantir uma boa sustentação para o corpo humano.
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RECEITA
Lech é um dos médicos que indicam a prática aos pacientes
Ao compreender o trabalho muscular realizado durante os movimentos, Pilates criou exercícios e aparelhos capazes de estimular os músculos, inclusive os mais profundos e em geral pouco acionados no cotidiano. Os resultados são tão impressionantes que têm ocupado o tempo dos cientistas. Parte deles está especialmente interessada em levantar mais do que transformações corporais que o método pode proporcionar. Querem conhecer as suas possíveis indicações terapêuticas.

E o que se descobriu até agora é alentador. Um exemplo: trabalhos demonstram que a técnica pode ser eficaz para a redução das dores, com efeitos animadores em casos de dor lombar e de fibromialgia (dor crônica sem origem aparente, mais comum em mulheres, e sentida em vários pontos do corpo). Um dos estudos pioneiros foi feito no Departamento de Medicina do Esporte e Reabilitação do Instituto Ortopédico Gaetano Pini, na Itália. Os pesquisadores recrutaram 43 pacientes com dor lombar. Parte deles fez Pilates, enquanto os demais foram submetidos ao tratamento da Escola da Coluna (método fisioterapêutico criado na década de 60). Ao fim de dez dias, quem praticou Pilates teve ganhos similares aos da fisioterapia tradicional, mas com uma vantagem: estava muito mais contente. Entre os que tiveram aula de Pilates, 61% declararam-se muito satisfeitos com a terapia, contra 4,5% entre os que foram submetidos à outra técnica.

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Recurso
Simone, do hospital Albert Einstein (SP), usa a técnica na reabilitação de lesões
Corrobora com o trabalho italiano a revisão proposta pelo fisioterapeuta Edward Lim, do Hospital Geral de Cingapura – a primeira sobre o tema. Lim reuniu sete pesquisas de diversas partes do mundo. Todas sobre o efeito do Pilates em pacientes com dores na parte inferior da coluna. A conclusão: o método é realmente válido para tratar o problema. “Mas os exercícios precisam ser estruturados para atender aos variados quadros clínicos dos pacientes”, disse Lim à ISTOÉ.

Como o que ocorre com a dor lombar, o uso da técnica para casos de fibromialgia também vem ganhando respaldo científico. Em especial após a divulgação dos primeiros resultados de uma pesquisa realizada na Universidade de Uludag, na Turquia. A equipe acompanhou 50 voluntárias durante 12 semanas. Divididas em dois grupos, metade das mulheres frequentou aulas de Pilates e as demais foram orientadas a praticar exercícios de relaxamento e alongamento em casa. Enquanto o primeiro grupo relatou melhoras significativas na dor, o segundo teve alterações positivas bem pequenas.


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CLÍNICA
No Hospital Brasil (SP), a fisioterapeuta Marta atende pacientes indicados por médicos
As comprovações têm encorajado médicos a indicar a técnica a seus pacientes. “É um recurso muito útil, em especial nos casos de dor nas costas sem causa específica”, afirma o traumatologista e ortopedista Alberto Mendes, de São Paulo. “Além do alongamento e do equilíbrio postural, o Pilates faz um trabalho de fortalecimento muscular muito positivo, pois ajuda na sustentação da coluna”, diz o médico. O reconhecimento da importância do método também pode ser medido por sua incorporação pela fisioterapia. “Temos uma resolução que ampara o fisioterapeuta no uso do Pilates como recurso terapêutico”, diz Wiron Correia Lima, presidente da Sociedade Brasileira de Fisioterapia.


A chave para entender esses benefícios está em um dos fundamentos preconizados pelo alemão Pilates: o equilíbrio. “Quando as cadeias musculares estão em equilíbrio, há redução da dor”, explica Osvandré Lech, presidente da Sociedade Brasileira de Ortopedia, que também indica o método. Pessoas em busca de redução da dor já formam um grupo comum nos estúdios. “Em 80% dos casos, nossos alunos vêm com esse objetivo”, conta Juliana Takiishi, coordenadora de Pilates do Centro de Bem-Estar Levitas, em São Paulo. Parte deles chega às aulas por conta própria. A outra, por recomendação médica.

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 O fluxo de pacientes dos consultórios para os estúdios tem inspirado outra tendência: a oferta de Pilates dentro dos próprios hospitais. Na Clínica Mayo, centro de referência médica mundial, localizada nos Estados Unidos, o interesse nos benefícios que a técnica pode oferecer a pessoas doentes é tão grande que a instituição está realizando uma pesquisa para delinear melhor os ganhos obtidos. “Há um grande número de pessoas que tiveram câncer aderindo ao método”, informa a médica Daniela Stan, da instituição americana. A pesquisadora está concluindo um estudo com 15 mulheres, previsto para ser publicado no início de 2012. Durante três meses, as voluntárias participaram de aulas na instituição sob os olhos atentos de Daniela. “Há melhoria dos movimentos no lado do corpo afetado pela doença, assim como maior flexibilidade”, disse à ISTOÉ. “Também notamos melhora no humor e na satisfação com o corpo.”
Outra instituição a oferecer aulas é o prestigiado M. D. Anderson Cancer Center, também nos Estados Unidos. Por lá, pacientes que têm ou tiveram tumor de mama podem usufruir de uma aula por semana, indicada para ajudar no controle dos sintomas, como dor e fadiga. Na Suny Upstate Medical University, em Siracusa (EUA), as indicações são mais amplas. “Usamos para ajudar na reabilitação de pessoas com problemas músculo-esqueléticos”, contou à ISTOÉ Karen Kemmis, fisiologista do exercício e responsável pelo serviço. “Se alguém, por exemplo, sofre com dor no ombro e minha avaliação mostra que essa pessoa não tem um bom controle do movimento nessa região, usamos o Pilates para melhorar os padrões de movimento, prevenindo a ocorrência de mais prejuízos na área”, explicou.
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No centro americano, o método é utilizado ainda para auxiliar na reabilitação de portadores de doenças neurológicas. “Entre eles estão indivíduos com doença de Parkinson e que sofreram acidente vascular cerebral”, contou Karen. Nesses casos, além de contribuir para a melhora de movimentos prejudicados, estimula a habilidade de concentração.
A tendência de implementar estúdios em hospitais já começa a ser vista também por aqui. Exemplos são os hospitais Brasil, Integrante da Rede D’Or, e Albert Einstein, ambos em São Paulo. “Usamos como continuidade do tratamento ortopédico em pacientes que tiveram alta”, explica a fisioterapeuta Simone Przewalla, do Albert Einstein.
A instituição atende em média 20 pessoas por mês. “É uma atividade segura, que preserva bastante as articulações”, acrescenta Simone. A equipe responsável pelas aulas é formada apenas por fisioterapeutas. E o cuidado é intenso. “O médico nos manda uma carta dizendo o que o paciente tem, o que ele não pode fazer e quais objetivos devem ser atingidos”, diz a fisioterapeuta Marta Cordeiro Pereira, do Hospital Brasil. No Rio de Janeiro, a técnica está na lista das atividades sugeridas pela Clínica Cardiomex, coordenada por médicos especializados em medicina do esporte e cardiologia. “Entre outros benefícios, o Pilates reduz o estresse”, diz a cardiologista Isa Bragança.

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Mas não só o uso clínico do método tem merecido atenção dos cientistas. Responder a perguntas ainda não esclarecidas na área do fitness também é objeto frequente das pesquisas. Quem busca o Pilates apenas como uma forma de malhação vê na prática um modo de ganhar força e flexibilidade. E, claro, melhorar a definição da área abdominal. Mas será que isso pode mesmo ser atingido? De acordo com os pesquisadores que têm se dedicado a estudar a prática, sim. E a boa notícia é que os resultados aparecem pouco depois das primeiras aulas. Foi a conclusão à qual chegaram pesquisadores do Centro de Saúde da Turquia. Ao acompanhar um grupo de 38 mulheres sedentárias, eles perceberam que cinco semanas após o início das aulas o corpo já respondia aos estímulos dados pelos exercícios. Nas 21 voluntárias submetidas à técnica houve aumento da força nos músculos abdominais e melhora na flexibilidade. Pesquisa semelhante realizada na Universidade do Estado do Colorado (EUA) constatou esses mesmos ganhos entre voluntários de meia-idade. “E os benefícios foram percebidos com a prática de exercícios de intensidade relativamente baixa, que podem ser realizados sem aparelhos”, anotou no estudo June Kloubec, coordenadora do trabalho.
Mas há o outro lado da moeda. Após testes realizados para o Colégio Americano de Medicina do Esporte pela pesquisadora Michele Olson, da Universidade de Auburn, no Alabama (EUA), acendeu-se o alerta vermelho para a crença de que o Pilates pode ser usado como método de emagrecimento por si só. O que Michele constatou foi que a queima calórica das aulas da modalidade é baixa. No nível básico, uma hora de Pilates equivale a menos de 200 calorias. “Pilates é um treino de força e resistência”, disse Michele à ISTOÉ. “Se a pessoa quer queimar calorias, o melhor é praticar corrida ou spinning”, acrescentou. Isso não significa dizer, porém, que é preciso trocar o estúdio pelo tênis. O Pilates pode ajudar a emagrecer. “Ao começar a praticar, o aluno percebe mudanças positivas no corpo, como força, alinhamento postural, menos dores”, diz a fisioterapeuta Kátia Pinho, do Studio Airmid, de São Paulo. “Sua autoestima aumenta muito, o que é fundamental para iniciar um programa de emagrecimento.”
Além disso, ele contribui para manter o peso. O trabalho muscular aumenta a massa magra no corpo que, por sua vez, potencializa o consumo calórico do organismo. Na prática, quer dizer que ganhar músculos (e para isso o Pilates é muito válido) aumenta a quantidade de calorias consumidas pelo corpo para manter-se, pois as células musculares gastam mais energia para funcionar do que as células de gordura. Mais uma das qualidades do Pilates.
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segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Esfoliação e Hidratação Corporal

Esfoliação corporal 
Tem como objetivo retirar as células mortas, através de manobras manuais utilizando creme esfoliante, composto por micro-esferas. Melhora o aspecto da pele, tem características relaxantes e/ou revigorantes e prepara a pele para outros tratamentos como a Hidratação Corporal, por permitir maior penetração do produto devido a retirada dessa camada externa.

Hidratação Corporal
A Hidratação Corporal, tem como objetivo restabelecer o grau de hidratação da pele, repondo a perda de água, além de aliviar o stress promovendo o relaxamento da musculatura.

Produtos Utilizados
Todos os tratamentos são realizados com os produtos da marca Adcos. 

Como são as sessões?
As sessões possuem duração de uma hora, inicialmente é realizada a esfoliação e em seguida a hidratação.

Local de atendimento?
Atendimento Domiciliar, CardioClínica - Cambuí, Espaço Sabiah - Barão Geraldo.
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sábado, 8 de outubro de 2011

Grávidas praticam menos exercícios que o indicado


Sedentarismo durante a gestação causa problemas para a mulher e o bebê


Duas em cada três mulheres grávidas em São Paulo não praticam o tempo mínimo diário recomendado de exercícios físicos, diz um levantamento feito pela Secretaria Estadual da Saúde e pelo Centro de Estudos do Laboratório de Aptidão Física de São Caetano do Sul. Segundo a pesquisa, o número pode ser usado como parâmetro para as gestantes de todo o Brasil. 

Participaram da pesquisa 127 gestantes de 16 a 40 anos. Durante toda a gestação, elas usaram um pedômetro, que media o número de passos dados ao longo do dia, e responderam a um questionário sobre a prática de atividades físicas nessa fase. Os dados mostraram que 65% das mulheres praticavam menos de 30 minutos diários de exercícios, número de tempo mínimo recomentando pela Organização Mundial da Saúde.  A pesquisa também mostrou que a frequência da atividade física diminuiu com o avanço da gravidez.

No segundo trimestre de gestação, as mulheres praticavam 34% menos exercícios do que na primeira fase.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde, o sedentarismo durante a gravidez pode levar a problemas para a mulher, como hipertensão e diabetes, e aumenta o risco de o bebê nascer com sobrepeso ou desenvolver essas mesmas doenças crônicas.

Os pesquisadores alertam que, a não ser em casos contraindicados como gravidez de alto risco ou de mãe hipertensa, o ideal é que a gestante pratique atividades como andar, pedalar, dançar ou caminhar rapidamente por 30 minutos seguidos ou em três ciclos de dez minutos, cada um em um período do dia. 


Exercício durante a gravidez 
Para as futuras mamães que ainda não se sentiram motivadas a praticar exercícios físicos, uma nova pesquisa aponta um resultado que poderá fazer pender a balança: a atividade física é a primeira intervenção estratégica para beneficiar a saúde do coração do bebê, durante e após a gravidez. 

Um estudo realizado em 2008 pela Universidade de Medicina e Biociências de Kansas City, nos Estados Unidos, já havia indicado que grávidas que praticavam exercícios por pelo menos 30 minutos, três vezes por semana, tinham fetos com menor frequência cardíaca durante as últimas semanas de desenvolvimento, um sinal da saúde do coração.  

Agora, a mesma equipe mostrou que mães ativas podem ter bebês com uma melhoria cardíaca que é mantida depois do nascimento. Foram analisadas 61 grávidas, que tiveram os seus corações e do feto monitorados quatro vezes ao longo do estudo. Os níveis de atividade aeróbica das mulheres variavam entre caminhada, corrida e algumas participantes também levantaram pesos e praticaram ioga.

Os bebês foram acompanhados até um mês de vida e, como resultado, continuaram a ter um coração mais saudável mesmo depois do nascimento. Segundo os pesquisadores, o sistema que controla a função cardíaca melhorou com o exercício aeróbico regular, ajudando tanto na saúde das mães quanto na continuidade de uma vida saudável para os filhos depois do parto.


fonte: http://yahoo.minhavida.com.br/conteudo/14027-gravidas-praticam-menos-exercicios-que-o-indicado.htm
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domingo, 17 de julho de 2011

Bichos de estimação fazem bem para bebês


Você já sabe dos benefícios que cães e gatos trazem para as crianças, mas uma nova pesquisa mostrou que esse contato é ainda mais importante no primeiro ano de vida. Especialistas do Hospital Henry Ford, em Detroit (EUA), analisaram dados de 565 crianças desde o nascimento até os 18 anos e concluíram que a exposição no início da vida diminuiu a possibilidade de algumas delas desenvolverem alergia aos bichos. No caso dos gatos, o risco caiu pela metade.

E na hora de decidir a raça do animal, não se preocupe em restringir a escolha aos chamados cães hipoalergênicos. Embora se acredite que eles não provoquem alergias, pois têm menos pelos e produzem menos saliva, outro estudo da mesma instituição comprovou que não há diferenças significativas entre os níveis dos agentes causadores de irritação liberados por esses animais e os outros cães.

Na pesquisa, 173 casas foram analisadas após um mês da chegada do recém-nascido ao lar. Nas residências, todas com apenas um cão, os pesquisadores coletaram amostras de poeira do tapete ou chão do quarto do bebê para verificar os níveis de alérgenos encontrados.

Ao todo, foram analisadas 60 raças de cães, dentre as quais, 11 eram consideradas hipoalergênicas. Mas os resultados foram semelhantes em todos os cães analisados. "Nós não encontramos nenhuma base científica para a afirmação de que cães hipoalergênicos causem menos alergia", afirmou Christine Cole Johnson, coordenadora da pesquisa. "A idéia de comprar determinada raça achando que ela não causará irritação em uma pessoa já alérgica também não é confirmada."

Para Ana Paula Castro, presidente da Associação Brasileira de Alergia e Imunopatologia, pesquisas desse tipo são mais um ponto a favor dos pets. “O contato desde o nascimento não é prejudicial e pode ter um papel protetor”, diz. Por isso, deixe seu bebê conviver com o bicho de estimação em casa, apenas evite que ele entre no quarto e fique sozinho com seu filho.

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