quarta-feira, 18 de maio de 2011

Bebês que nascem de cesárea têm 58% mais chances de serem obesos

É o que aponta um estudo brasileiro feito com mais de 2 mil crianças. Entenda por que...


 
Crianças que nascem de cesárea teriam 58% mais chance de se tornarem obesas na idade adulta do que as que passaram pelo parto normal. A conclusão é do estudo conduzido pelo pediatra por Marco Antônio Barbieri, professor do Departamento de Pediatria e Puericultura da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, em São Paulo. A pesquisa começou ainda em 1978 quando o especialista e sua equipe criaram um banco de dados com informações de mais de 6 mil recém-nascidos na cidade.

A segunda fase do estudo foi feita quando as crianças estavam com cerca de 8 anos. A coleta de dados se repetiu quando eles completaram 18 anos e, finalmente, 24 (nesse momento, 2.057 pessoas continuavam participando do estudo). Foram cerca de 12 mil avaliações ao todo desde o nascimento, que permitiram uma série de pesquisas no Brasil e no mundo. Dentre os vários tópicos analisados, chamou a atenção dos pesquisadores uma possível relação entre o tipo de parto e o desenvolvimento de obesidade.

Baseado em outros trabalhos, a equipe levantou uma hipótese para explicar esse fenômeno. De acordo com a gastroenterologista pediátrica Helena Goldani, professora da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, a literatura científica mostra que a microbiota, isto é, as bactérias do intestino, das crianças que nascem de parto normal e cesariana são diferentes. E isso acontece porque durante o parto normal, o bebê passa pelo canal vaginal e tem contato com muitas bactérias. Outro estudo mostra que quanto mais contato com bifidobactérias (bactérias que vivem no intestino) a criança tiver no primeiro ano de vida, menores as chances de se tornar obesa aos 7 anos. Isso também pode acontecer por meio da alimentação, já que ela está presente no iogurte, por exemplo, e outros alimentos têm a capacidade de aumentar o número delas no organismo (como é o caso da aveia, banana, leite e mel).

Relacionando todos esses trabalhos e os dados que levantaram, os pesquisadores acreditam que a explicação pode estar relacionada ao sistema imunológico. A obesidade se desenvolve mais facilmente em crianças com organismo com baixa defesa, por isso, quanto mais contato com diferentes bactérias, mais forte se torna a imunidade ao longo da infância. Assim, essa transferência entre certos tipos de bactéria que ocorre durante o parto vaginal também seria importante.

“Mas esse dado está é apenas uma hipótese", diz Marco. "Estamos preparando um estudo maior que vai considerar questões como o peso das mulheres antes de engravidar, o desenvolvimento intrauterino, amamentação e os hábitos alimentares das crianças durante os primeiros anos de vida.”

O que todos concordam é que, independente disso tudo, o parto normal, quando viável, ainda é a opção mais saudável para a mãe e o bebê.

Fonte: http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/0,,EMI231962-10591,00-BEBES%20QUE%20NASCEM%20DE%20CESAREA%20TEM%20MAIS%20CHANCES%20DE%20SEREM%20OBESOS.html
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domingo, 15 de maio de 2011

Aula Experimental - Pilates para Gestante

 Olá Meninas,

Quarta-feira (18/05) 9:30 teremos aula experimental de Pilates para Gestante no Espaço Sabiah em Barão Geraldo.



Quem quiser participar é só enviar e-mail para: nathaliahelena@yahoo.com.br ou confirmar pelo telefone: 9204-5729.

Endereço: Rua: Paulo Lanza, 91 - Barão Geraldo.

Espero vocês lá!!
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domingo, 1 de maio de 2011

Síndrome do Túnel do Carpo na Gestação

A síndrome do túnel do carpo surge pela compressão do nervo mediano do punho, geralmente como decorrência de um aumento do edema ou alterações posturais.

Essa síndrome habitualmente surge durante o último trimestre da gravidez.
Os sintomas principais são: dor, queimação, dormência do indicador e dos dedos médios, falta de destreza ao utilizar a mão, diminuição da força muscular, secundariamente à perda da função do polegar.  Esses sintomas costumam acordar a gestante com frequência durante a noite.


 O tratamento durante a gestação consiste em imobilização do punho na posição neutra com os dedos livres para permitir as atividades do dia a dia. Algumas vezes, o uso é necessário apenas durante a noite, para evitar a hiperflexão do punho, que tende a reduzir o espaço disponível no túnel do carpo.
Bolsas de gelo podem ser aplicadas na área 2 a 3 vezes ao dia para ajudar a limitar a inflamação, porque medicação antiinflamatória geralmente não é prescrita durante a gestação. A fisioterapia também é indicada: drenagem linfática para reduzir edema, terapia manual e alongamentos para melhorar a função e aumentar a formação de líquido sinovial.

Também é importante evitar atividades repetitivas, realizando intervalos durante digitação, diversificar trabalhos e manter uma postura adequada.
Geralmente, os sintomas são resolvidos no pós-parto.

Fonte: Fisioterapia Aplicada à Ginecologia e Obstetrícia; O Exercício na Gravidez;   Fisioterapia Aplicada à Obstetrícia – Aspectos de Ginecologia e Neonatologia.
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quinta-feira, 14 de abril de 2011

Pais paulistas têm o direito de assistir a parto sem pagar

Do Metro
cidades@eband.com.br

Maternidades privadas de São Paulo não podem mais cobrar nenhuma taxa para permitir a presença de pais ou acompanhantes nas salas de parto.
Lei diz que hospital não pode cobrar taxas de acompanhante na sala de parto

Decreto publicado ontem no “Diário Oficial” sanciona projeto de lei, de autoria do ex-deputado Conte Lopes (PTB), que proíbe os hospitais de pedirem qualquer quantia para higienização, esterilização ou outro tipo de procedimento necessário para que uma pessoa possa entrar no centro obstétrico. Ao apresentar o texto, o ex-deputado relatou que maternidades do Estado cobravam taxas entre R$ 113 e R$ 340 para autorizar o acompanhamento do parto.

A Secretaria Estadual da Saúde informa que a lei será regulamentada nos próximos dias. O órgão também definirá a multa para quem desrespeitar a lei e quem será responsável por fiscalizá-la.

Para a diretora do Procon-SP, Selma do Amaral, a lei reforça uma resolução da Anvisa que libera a presença de um acompanhante na sala de parto em toda a rede conveniada ao SUS . “A ANS (Agência Nacional de Saúde) também já havia determinado que os convênios médicos têm de cobrir as despesas do acompanhante. Agora, a nova lei enquadra os hospitais, que ficam impedidos de criar qualquer cobrança extra”.

Selma diz que denúncias relatando o pedido de um valor extra pelo acompanhante são comuns e que o órgão já atuava, desde 2005, para reduzir essa prática.

Procurado, o Sindhosp, que representa os hospitais privados, informou que seu departamento jurídico ainda vai avaliar a lei.



 
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quarta-feira, 13 de abril de 2011

Projeto de Lei

LEI Nº 14.396, DE 11 DE ABRIL DE 2011
( Projeto de lei nº 417/10, do Deputado Conte Lopes - PTB)

Proíbe a cobrança por maternidades particulares, para permitir que o pai ou acompanhante assista ao parto no Centro Obstétrico.



O GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO:

Faço saber que a Assembleia Legislativa decreta e eu promulgo a seguinte lei:

Artigo 1º - Fica proibida, no âmbito do Estado, a cobrança de qualquer valor ou taxa, pelas maternidades particulares, para permitir que o pai ou acompanhante assistam ao parto dentro do centro obstétrico.

Parágrafo único - A vedação do “caput” refere-se aos valores cobrados a título de higienização, esterilização e demais procedimentos necessários para que a pessoa possa adentrar o centro obstétrico, independentemente da nomenclatura dada à cobrança, excluídos os valores cobrados a título de outros serviços ofertados pela maternidade.

Artigo 2º - vetado.

Artigo 3º - Esta lei entra em vigor na data de sua publicação.


Palácio dos Bandeirantes, 11 de abril de 2011.

GERALDO ALCKMIN

Giovanni Guido Cerri

Secretário da Saúde

Eloisa de Souza Arruda

Secretária da Justiça e da Defesa da Cidadania

Sidney Estanislau Beraldo

Secretário-Chefe da Casa Civil

Publicada na Assessoria Técnico-Legislativa, aos 11

de abril de 2011.

Fonte: ftp://ftp.saude.sp.gov.br/ftpsessp/bibliote/informe_eletronico/2011/iels.abr.11/Iels68/E_LE-14396_110411.pdf
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domingo, 10 de abril de 2011

Indução eletiva do parto está relacionada a maiores riscos

New York Times
08/03/2011 09:42


Segundo pesquisa norte-americana, mãe e bebê são prejudicados com o hábito de induzir o parto artificialmente

Segundo uma nova pesquisa americana, a decisão cada vez mais comum por parte de gestantes e médicos de induzir o trabalho de parto por razões de conveniência, e não pela necessidade médica, envolve riscos à saúde da mãe e do bebê.

Marcar data para o parto é atitude comum entre mulheres hoje em dia


O novo estudo destaca o impacto negativo do método conhecido como “indução eletiva” para as mulheres que dão à luz pela primeira vez. Esta indução aumenta as chances de necessidade de uma cesariana, além de oferecer mais riscos de perda de sangue por parte da mãe e de uma hospitalização mais longa após o parto, conclui a pesquisa.

“Os benefícios de um procedimento devem sempre superar seus riscos. Se não existem benefícios para a saúde com a indução do parto, é difícil justificar realizá-lo de forma eletiva quando sabemos que esta opção aumenta os riscos para a mãe e para o bebê”, disse Christopher Glantz, professor de medicina materno-fetal do Centro Médico da Universidade de Rochester e autor do estudo.

Glantz e seus colegas relataram as descobertas na edição de fevereiro do periódico norte-americano “Journal of Reproductive Medicine”.

Os pesquisadores ressaltaram que a indução eletiva em grande parte se tornou um aspecto de rotina dos cuidados do obstetra. Mas eles advertem que a decisão não está isenta de consequências, já que o processo não se desenrola da mesma forma como o trabalho de parto natural.

Ao analisar as fichas médicas de 485 mulheres que deram à luz o primeiro filho no Centro Médico da Universidade de Rochester em 2007, investigadores contataram que cerca de um terço daquelas que optaram pelo parto induzido teve de passar por uma cesariana, em comparação a apenas um quinto das gestantes que não realizaram a indução eletiva.

A cesariana é considerada uma cirurgia de grande porte que oferece riscos de infecções, complicações e mesmo de cirurgias adicionais. Além disso, foi registrado um total de 88 dias adicionais para cada 100 mulheres que optaram pela indução eletiva, constatou a equipe de pesquisa.

Os bebês nascidos através do parto induzido também apresentaram maiores riscos de necessitar de oxigênio logo após o nascimento e de cuidados especiais na unidade de terapia intensiva neonatal.

Mulheres que já tiveram pelo menos um parto podem não sofrer as mesmas consequências negativas, segundo os pesquisadores. “Se você já deu à luz uma vez, seu corpo conhece os mecanismos e pode repeti-los”, disse Glantz.

(Tradução: Claudia Batista Arantes)

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Pacientes de plano pagam taxa extra para fazer o parto

27/03/2011 - 10h58
DE SÃO PAULO

Clientes das Unimeds em São Paulo gastam até R$ 2.000 para ter o parto realizado pelo médico que acompanhou toda a gravidez. A informação é de reportagem de Hélia Araújo, publicada na Folha deste domingo (íntegra disponível para assinantes do jornal e do UOL).

A exigência no plano de saúde --que é uma cooperativa de médicos-- acontece em cidades como Franca, Campinas e Americana. A cobrança ocorre porque esses planos criaram escalas fixas de obstetras plantonistas. São eles que fazem os partos sem custo adicional. Caso as futuras mães queiram escolher outro médico, elas pagam um adicional, a "taxa de chamada".

A ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar), responsável pela fiscalização dos planos de saúde, diz que a paciente pode exigir que o parto seja feito pelo médico dela, sem que tenha que pagar adicional. Se a informação sobre a taxa não estiver clara no contrato, o médico e o plano de saúde não podem fazer a cobrança.
Flaviane Soares, 25, com a filha Isadora; a mãe pagou taxa de R$ 500 para ter parto com seu médico

OUTRO LADO

A Unimed afirma que a "taxa de chamada" não é reconhecida oficialmente pela operadora, embora admita que a prática exista e é aplicada pelos médicos da cooperativa de saúde.

 As assessorias de imprensa das Unimeds de Campinas, Americana e Franca informaram que a negociação é feita diretamente entre os médicos e as pacientes. Segundo elas, não há nenhuma interferência da operadora de plano de saúde.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/894540-pacientes-de-plano-pagam-taxa-extra-para-fazer-o-parto.shtml


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sábado, 9 de abril de 2011

Video: Parto Pélvico

Parto Pélvico? Bebê sentado? É possivel?




Assista o video....Em breve falaremos mais sobre o assunto...

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Video: Yo Puedo Cambiar el Mundo

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Filha de Ana Maria Braga relata como foi dar à luz em casa, sem uso de anestesia

CARLA NEVES

do UOL, no Rio

Dar à luz em casa, ao lado da família, e sem anestesia. Foi assim que Mariana Maffei Feola, de 28 anos, filha da apresentadora Ana Maria Braga, escolheu trazer a pequena Joana ao mundo, no último dia 3 de fevereiro, em São Paulo. A menina é fruto do casamento de Mariana com o corretor de imóveis Paschoal Feola, de 32. “Optei pelo parto em casa, sem intervenção médica. É uma experiência mágica para quem pode. Até porque, não é uma modalidade de parto para toda gestante. Existe todo um preparo psicológico e a gravidez deve ser de baixíssimo risco, como foi a minha”, contou Mariana ao UOL.

Durante o trabalho de parto, que começou no dia anterior, a filha de Ana Maria Braga contou com a ajuda das parteiras Márcia Koiffman e Priscila Colacciopo e da doula Marcelly Ribeiro. Mariana explicou como funciona o trabalho da doula, que é uma assistente que dá apoio emocional à parturiente: “Fazia aulas de ioga com a Marcelly duas vezes por semana. No dia do parto, liguei para ela assim que a contração ficou mais forte. Durante o trabalho de parto, ela fez massagens na minha lombar e me indicou posturas para quando viessem as contrações”.

Joana toma banho em um balde após nascer (3/2/2011)

Para Mariana, além do auxílio das profissionais, foi ótimo ela ter se preparado psicológica e fisicamente no decorrer da gestação. “A preparação é importantíssima. Foi fundamental eu ter feito ioga. Fiquei mais saudável. E tem toda a questão da respiração que a ioga proporciona. Porque o parto natural é basicamente respirar profundamente”, explicou Mariana, admitindo que, apesar de ser calma, teve alguns momentos de descontrole durante o trabalho de parto. “Gritei, xinguei (risos). É uma prova de resistência. Tem horas em que a dor vai embora, mas depois volta. Você não sabe quando vai nascer”, contou.

Mariana contou que, assim que começou a ter as primeiras contrações, chegou a ficar dentro de uma banheira. “Mas depois quis sair”, disse ela, lembrando que embora o trabalho de parto tenha durado a noite inteira, Joana nasceu rápido. “O período expulsivo foi muito rápido. Não tive nenhuma laceração no períneo. Foi fantástico”, afirmou ela, dizendo que no parto domiciliar, se necessário, há tempo de a parturiente ser removida para um hospital próximo. “É transformador segurar seu neném diretamente, na paz da sua casa”, elogiou.

Após dar à luz Joana, Mariana contou que logo a amamentou. “A Joana mamou, tomou um banho de balde e foi acalmando. Depois também tomei banho”, acrescentou. A filha de Ana Maria Braga disse que ela e o marido quiseram plantar a placenta no quintal de sua casa. “Plantamos a placenta debaixo de uma ameixeira”, afirmou Mariana, que só disse à mãe que havia dado à luz depois do parto. “Avisei a meus pais só depois que a Joana nasceu. Minha mãe estava fora do Brasil, só chegou um dia depois. Foi uma explosão de alegria”, contou.

Cocô no potinho

Além de ter optado pelo parto domiciliar, Mariana também escolheu ter cuidados especiais com a pequena Joana. “Descobri umas fraldas de pano modernas, daquelas com calças plásticas acopladas, e resolvi usá-las na Joana. Achei legal a ideia de não usar fraldas descartáveis”, contou ela, que encomendou várias para a neném no exterior.

O período expulsivo foi muito rápido. Não tive nenhuma laceração no períneo. Foi fantástico. É transformador segurar seu neném diretamente, na paz da sua casa

Mariana Maffei, filha de Ana Maria BragaNa segunda semana de vida de Joana, contudo, Mariana disse que ela apareceu com uma assadura. “Estava muito quente e apareceram umas bolinhas nela. Então comecei a pesquisar o que poderia fazer para evitar isso e descobri a ‘evacuation communication’, que é a comunicação da evacuação. Ela é praticada de recém-nascido até a idade de 36 meses, quando a criança começa o treino para fazer xixi e cocô”, explicou ela, que, desde então, não usa mais fraldas em Joana.

Mariana explicou que, quando está em casa, a neném fica o tempo inteiro sem fralda. “Eu a coloco para evacuar no potinho. E o xixi ela acorda e faz. Às vezes acontece de ela fazer xixi quando está tirando uma soneca. Mas ela nunca fica molhada”, garantiu Mariana, que também optou pela amamentação exclusiva até Joana completar seis meses de idade.

A filha de Ana Maria Braga também contou que tem usado roupinhas que foram dela quando nasceu. “Quando estava com sete meses de gravidez, no Natal, minha mãe me deu uma malinha com várias roupas que foram minhas: a primeira roupinha da maternidade, casaquinhos, cueiros, sapatinhos. Uma coisa linda!”, declarou.

Para acessar fotos do parto acesse o link:

Fonte: http://celebridades.uol.com.br/ultnot/2011/04/06/filha-de-ana-maria-braga-fala-sobre-os-beneficios-do-parto-domiciliar.jhtm
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Entenda a opção pela obstetrícia. E se puder, apóie a causa.

Repassando informações de um e-mail que recebi....ainda dá tempo de ajudar.

Entenda a opção pela obstetrícia. E se puder, apóie a causa.

Meu nome é Ana Cristina Duarte. Coordeno no GAMA - Grupo de Apoio à Maternidade Ativa (www.maternidadeativa.com.br).

Sou obstetriz formada pela USP-EACH.

Quando decidi me dedicar ao atendimento de mães e bebês, já casada, dois filhos, vida estabilizada, eu poderia ter trilhado qualquer caminho que quisesse, qualquer carreira. Mas eu esperei por alguns anos, perseguindo a Profª Dulce Gualda em todos os eventos de Humanização para saber quando sairia o prometido curso de obstetrícia da USP. No tempo em que esperei o curso sair, eu poderia já ter completado um curso de enfermagem! Mais dois semestres e algumas horas de estágio, eu já poderia ser enfermeira obstetra. Mas não era o meu sonho. Eu não me via como enfermeira, eu não queria estudar doenças, hospitais, cuidado com idosos, crianças, UTI, procedimentos, cardiologia, oncologia, sistematização do processo de cuidar, antes de me dedicar à minha paixão.

Eu queria estudar a mulher, seus processos, a gravidez, seus partos, seus bebês. Eu queria reinventar o cuidado na gravidez, parto e pós-parto. Eu queria pensar em como cuidar da mesma mulher desde o resultado do exame de gravidez, até ela estar amamentando seu bebê. Eu queria estar com ela desde o início, até o fim do processo. Com a mesma mulher, na sua família, na sua casa, no seu contexto social, emocional, afetivo. Eu me via assim, parteira. Eu não me via assim, antes enfermeira, depois especialista. Questão de identidade pessoal com uma carreira que já existe internacionalmente e já existiu no Brasil!

Quando o curso saiu para o vestibular de 2005, eu devo ter sido a primeira a me inscrever! Foram quatro anos de dedicação. Quatro anos estudando tudo o que se refere à mulher, nesta fase da vida. Tínhamos na ponta da língua tudo o que era normal e o que era anormal. Normal na média, normal fora da média, anormal. Exames, diagnósticos, sintomas. Equipe multidisciplinar, UBS, alto risco, baixo risco. Fisiologia, anatomia, nutrição, sociologia, psicologia. Mecanismos do parto, manobras, posições, apresentações, distocias, eutocia. Intervenções, estatísticas, saúde pública e privada. Filmes de parto entre técnicas de esterilização. Parto na água entre elaborações de escala.

Sacolejando em trens ou parados na Marginal Tietê ao final de um dia cansativo, nós sobrevivemos a quatro anos de intenso treinamento focado na assistência humanizada, segura e baseada em evidências no ciclo da gravidez, parto e puerpério.

Foram quatro intensos e difíceis semestres de estágio, porque ainda não existem campos de estágio onde a mulher seja vista e tratada como nós, alunos, havíamos aprendido na escola. Mas ainda assim pudemos atender muitos partos, consultas de pré natal, consultas de pós parto, em ambulatório e domicílio. Massagem nas costas e partograma, palavras de incentivo, acocorar no banheiro, abraçar, controlar a dinâmica e o gotejamento (desse não pudemos escapar). Proteção do períneo, clampeamento tardio (quando conseguíamos), contato pele-a-pele (quando transgredíamos).

Tivemos um excelente curso, que certamente poderia ser melhor (tudo pode ser sempre melhor) e que desde então vem sendo melhorado ano a ano, com novas disciplinas, reestruturação da grade, adaptação a exigências. Formamo-nos obstetrizes competentes e sedentos por trabalhar na assistência. Não queremos ser enfermeiros, nem médicos, nem psicólogos. Queremos trabalhar na assistência à saúde da mulher durante a gravidez, parto e puerpério. Apenas obstetrizes, como existem em todo o mundo sob os curiosos nomes de sage-femme, midwife, matrona, partera, hebamme, ostetrica, obstetrix, llevadora. Não estamos reinventando a roda e não negamos a importância de todas as outras profissões que existem.

Quero apenas continuar fazendo o que amo: assistência dentro de equipe multidisciplinar, com parceiros obstetras, psicólogos, enfermeiros, fisioterapeutas, doulas, educadoras, pediatras e muitos outros. Quero continuar parceira respeitosa e privilegiada desses maravilhosos médicos e enfermeiras obstetras que têm nos dado os braços nessa longa jornada pela melhoria da assistência à saúde no Brasil. Mas não quero ser enfermeira nem médica. Eu sou obstetriz.

Neste momento o primeiro e único (por enquanto) curso de formação de obstetrizes do país está sob ameaça. A USP pretende encerrar as vagas para a carreira já no próximo ano. A justificativa é que o COFEN (Conselho Federal de Enfermeiros) não nos reconhece como enfermeiros (que não queremos ser), bem como não mais reconhece a profissão obstetriz, apesar dela ser mais antiga que a enfermagem obstétrica. A proposta oficial da USP é "Fundir o curso de obstetrícia com a enfermagem", ou seja, aumentar um pouco o número de vagas para Enfermagem no vestibular e extinguir de vez a Obstetrícia.

Esse é o começo do fim. Sem vagas, sem alunos. Sem alunos, sem curso. Sem curso, sem carreira. Sem carreira, sem obstetrizes. Mesmo as que existem serão como solitárias andorinhas voando sem um bando. Sem fazer verão. Sem mudanças no cenário. Continuaremos como era antes, o que não era nada bom. Para impedir que isso aconteça, é necessária muita pressão da sociedade e é isso que estamos tentando fazer. Para isso peço sua ajuda neste momento.

Assinando nossa petição, manifestando nela a sua opinião, vamos mostrando que o curso não é uma manifestação de 250 alunos e 150 obstetrizes formados. Não estamos falando mais de um vestibular, nem de alguns formados a procurarem uma nova carreira. Assinando e manifestando repulsa a essa amputação proposta pela USP, mostramos que o curso e seu ideário são uma manifestação da sociedade por um mundo melhor, por uma forma diferente e justa de se gestar, nascer, dar à luz e amamentar seus filhos, que seja acessível a todas as mulheres. A obstetrícia não diz respeito a obstetrizes, enfermeiros, médicos, USP, CFM ou COFEN. A obstetrícia diz respeito à vida de todos e ao futuro dos nossos filhos.

Para assinar nossa petição: clique em http://www.abaixoassinado.org/abaixoassinados/8452

Basta nome e RG, mas você também pode deixar uma mensagem de apoio. Não precisa preencher os outros dados.

Assinaturas já recolhidas (7800 na última visita):


Vídeo da Manifestação de apoio ao curso de obstetrícia da USP:


Reportagem da Globo:


Reportagem no blog da fotógrafa Bia Fioretti:


Grupo de Apoio no Facebook:


Blog Obstetrizes Já:


Grata pela colaboração! E assine a petição, clicando aqui:

Ana Cristina Duarte
Obstetriz
GAMA

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Parto normal aumenta sensibilidade da mãe ao choro do bebê, diz estudo

Reinaldo José Lopes
Do G1, em São Paulo

Pesquisa foi feita medindo ativação de áreas 'maternais' do cérebro.

Trabalho tem implicações para entender e até prever depressão pós-parto
 
 Uma pesquisa publicada na revista científica "The Journal of Child Psychology" sugere que pode haver um elo mais poderoso entre mãe que tiveram filhos por parto normal e seus bebês do que aquele que existe entre mães e seus filhos nascidos por cesariana. Segundo os pesquisadores, a primeira categoria de mães é mais sensível ao choro de seu próprio filho, a julgar pelo padrão de ativação cerebral materno, medido com a ajuda de ressonância magnética de duas a quatro semanas depois do parto.

Para ser mais exato, a resposta aumentada das mães de parto normal aparece em regiões do cérebro ligadas à regulação de emoções, motivação e comportamentos habituais. A conclusão faz algum sentido diante do aparente elo que existe entre o parto por cesariana e um risco aumentado de depressão pós-parto, verificado em mulheres, e também do cuidado diminuído com a cria presente em animais cujos filhotes não nascem por via vaginal.

Os conhecimentos atuais sobre o parto normal também indicam que ele ajuda a desenvolver os circuitos cerebrais ligados ao apego pelos recém-nascidos. Exemplo disso é a liberação periódica de oxitocina, o famoso "hormônio da confiança" (ou "hormônio do apego") durante o nascimento natural.

Menos ativas

"Queríamos saber quais áreas do cérebro ficariam menos ativas em mães que têm seus filhos por cesariana", diz James Swain, pesquisador do Centro de Estudos da Infância da Universidade Yale (EUA). "Nossos resultados apóiam a teoria de que variações nas condições de nascimento que alteram as experiências neurohormonais do parto podem diminuir a sensibilidade do cérebro materno humano no começo da fase pós-parto."

Outro detalhe importante: as mesmas áreas ligadas ao esforço do nascimento também influenciam o estado emocional da mãe. "Conforme mais e mais mães optam por ter filhos mais velhas, tendo, portanto, mais chances de passar por uma cesariana, esses resultados vão se tornando importantes. Podem, por exemplo, ajudar a identificar precocemente o risco de depressão pós-parto e atacar o problema", afirma Swain.

fonte: http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL747057-5603,00-PARTO%20NORMAL%20AUMENTA%20SENSIBILIDADE%20DA%20MAE%20AO%20CHORO%20DO%20BEBE%20DIZ%20ESTUDO.html



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Filme - Vida no Ventre

Sinopse

Vida no Ventre nos leva a uma série de "viagens" incríveis que mostrarão o mundo fantástico do desenvolvimento dos fetos.

Com fotos inéditas, efeitos especiais de última geração e imagens surpreendentes em 4D, "Vida no Ventre", do National Geographic Channel, nos leva a uma série de "viagens" incríveis que revelarão o mundo fantástico do desenvolvimento dos fetos. Seremos testemunhas do momento em que um óvulo fertilizado se divide em dois para gerar gêmeos idênticos. Exploraremos o processo complexo que acontece dentro do útero durante a gestação de dois grandes predadores: o leão e o gato.

Acompanharemos as duas primeiras etapas de vida do cachorro e do seu antepassado, o lobo. Seremos testemunhas dos momentos mais importantes dos processos de reprodução e gestação, entre eles a evolução do embrião de um tubarão que se transforma em canibal e o comportamento da vespa que invade outros corpos para alimentar a sua cria. De fatos bizarros a processos impressionantes, nessas quatro "viagens" únicas você vai saber tudo sobre o desenvolvimento dos fetos e como a vida se desenvolve no útero materno - como você nunca viu antes.




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Dia da Doula - Campinas - Aprovado

O projeto de lei para criação do "Dia Municipal da Doula" foi aprovado por unanimadade em votação no dia 28 de fevereiro na Câmara Municipal de Campinas. O dia será comemorado no dia 18 de dezembro, dia da Nossa Senhora do Bom Parto. Espero que dessa forma, o trabalho da Doula seja mais divulgado e respeitado na região.
Segue imagem e orações da Nossa Senhora do Bom Parto.



HINO À NOSSA SENHORA DO BOM PARTO

De Maria publiquemos,
Seu desvelo maternal;
à Senhora do Bom Parto,
nosso afeto filial.

Ó Maria, Mãe de Cristo,
és modelo de amor
em Teu seio encerraste
do universo o Salvador.

Maria, mulher bendita
és a Mãe universal
e mereces ser Rainha
da Igreja mundial.

Das mães és o modelo
e a forte proteção
para elas és consolo
e alívio em aflição.

Ó Maria, és Padroeira,
desse bairro, nosso lar
na paróquia, que moramos
nós queremos Te invocar.

ORAÇÃO A NOSSA SENHORA DO BOM PARTO

Ò Maria Santíssima, vós, por um privilégio especial de Deus, não sofrestes as dores do parto, mas, sem dúvida, compreendeis perfeitamente as angústias e aflições das mães que esperam um filho, das que o carregam durante a gravidez e das que, por diferentes motivos, aguardam angustiadas a hora do parto. Olhai para mim, vossa serva, que na aproximação do parto, sofro angústias e incertezas. Dai-me a graça de ter um parto feliz. Fazei que meu bebê nasça com saúde, forte e perfeito. Eu vos prometo orientar meu filho sempre pelo caminho certo, o caminho que o vosso filho, Jesus, traçou para todos os homens: o caminho do bem, do amor, da justiça e da paz.

Virgem, Mãe do Menino Jesus, agora me sinto mais calma e mais tranqüila porque já sinto a vossa maternal proteção.

Nossa Senhora do Bom Parto,

ROGAI POR NÓS!


ORAÇÃO ANTES DO NASCIMENTO

Deus, Nosso Senhor, fizestes em mim "grandes coisas", como outrora em Maria de Nazaré. Aguardo um(a) filho(a) que irá nascer, mas a quem já amo mais do que a mim própria.

Estou aqui, diante do presépio do Menino Jesus, para sentir, o que Maria sentiu na santa noite do Natal do Menino Jesus.

Enriquecei meu(minha) filho(a) das mais belas qualidades e daí-lhe bom coração. Que ele(ela) nasça bem e eu possa passar por todos esses momentos com serenidade e confiança.

Abençoai, ó Deus, a mim e ao pai desta criança, meu marido. Ficai comigo nestes meses de espera.

Abençoai a nós três. Amém.

ORAÇÃO APÓS O NASCIMENTO

Deus, Nosso Pai, olhai para mim, quando de novo apareço nesta igreja.
Maria, após o nascimento de seu filho Jesus, foi ao templo de Jerusalém para agradecer.
Da mesma forma eu vim a esta igreja, para vós oferecer meu(minha) filho(a) e receber a vossa benção.
Eu vos prometo ser sempre uma boa mãe, dando exemplo de virtude e de piedade.
Eu vos prometo educar meu(minha) filho(a) para que ele(a) seja bom(boa), justo(a), misericordioso(a), fraterno(a), solidário(a) e um(a) verdadeiro(a) construtor(a) da paz.

Abençoai o pai desta criança, meu marido, e meu(minha) filho(a), a fim de que permaneçamos sempre unidos e felizes.

Maria, modelo das mães, ajudai-nos a construir um lar que seja, para o(a) nosso(a) filho(a), a primeira escola e a primeira Igreja.

Amém.

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domingo, 27 de fevereiro de 2011

Votação do Projeto do "Dia da Doula" em Campinas

Repassando informações...


O vereador Petterson Prado, elaborou um projeto de lei para criação do "Dia Municipal da Doula" a ser comemorado no dia 18 de dezembro (Dia da Nossa Senhora do Bom Parto), na cidade de Campinas. Para que tenhamos um motivo na "agenda oficial" da cidade para promovermos ações direcionadas ao Parto Humanizado. Esse é apenas o primeiro projeto elaborado para tentar melhorar o atendimento obstétrico por aqui!!

A iniciativa já conta com o parecer FAVORÁVEL, da Comissão de Educação, Cultura e Esporte. E será realizada uma votação amanhã segunda feira DIA 28 DE FEVEREIRO DE 2011em torno das 19:00h - NO PLENÁRIO DA CÂMARA MUNICIPAL DE CAMPINAS.



O vereador falará sobre as doulas (importância e benefícios antes da votação). Será importante contar com a presença de doulas, mães, pais que contaram com apoio de doulas, profissionais da saúde, amigos do movimento da humanização reforçando a importância da função das doulas para a humanização do nascimento no cenário obstétrico atual!!

Nunca se sabe as repercussões e potencial de abertura de portas que a iniciativa do vereador (que foi "doulado" ... no parto do seu filho) possa trazer. Esperamos que seja aprovada. Mas, aprovada ou não... essa discussão poderá reverberar e possibilitar a ampliação do apoio das doulas a mulheres na hora do nascimento de seus filhos .....especialmente na rede publica onde tantas mulheres podem se beneficiar !!!! Na nossa cidade, com raras exceções, as doulas não entram nas maternidades do SUS.

Horário: 18:00 HORAS, mas o vereador sugeriu chegar a partir das 19:00h para acompanhar as votações ....(Pela programação o projeto: "Dia da Doula" será o penúltimo a ser votado!!!

A CÂMARA MUNICIPAL DE CAMPINAS fica na Avenida Saudade 1004, perto da Igreja Santo Antônio e do Galassi.


9- Turno Único de Discussão e Votação do Projeto de Lei n. 613/10, Processo n. 206.768, de autoria do Senhor Vereador Petterson Prado, que “Institui o Dia Municipal da Doula, a ser comemorado no dia 18 de dezembro”. Parecer n. 22/11, da Comissão de Educação, Cultura e Esporte, favorável.

Obs. O projeto também será transmitido pela TV CÂMARA!

Compareçam!!!!

Divulguem!!!!!

Convidem pessoas que possam apoiar com sua presença essa iniciativa!!
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sábado, 1 de janeiro de 2011

Feliz Ano Novo!

Que 2011 seja um ano especial para todos nós!


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segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

CFM quer facilitar parto normal

23 de dezembro de 2010  0h 00
FABIANE LEITE - O Estado de S.Paulo

O Conselho Federal de Medicina (CFM) divulgou ontem parecer que defende a existência de plantonistas de obstetrícia para as parturientes, o que propicia o parto normal. O parecer também pede que as gestantes sejam informadas, logo no início do pré-natal, sobre como será o acompanhamento do parto.


Atualmente, muitas mulheres são submetidas à cesariana, que é pior para a mulher e o bebê na grande maioria dos casos, em razão da não disponibilidade do médico que a acompanhou durante o pré-natal.

A baixa remuneração dos partos normais, principalmente na rede privada de saúde, propicia a decisão pela cesariana, independentemente de sua real necessidade. Atualmente a maioria dos partos nos planos é por meio de cesariana.

Segundo o conselheiro do CFM José Hiran da Silva Gallo, é importante deixar claro que uma equipe poderá realizar o parto. "Toda a gestante deve ter direito a um serviço 24 horas, com médicos obstetras habilitados."

O parecer deverá ser enviado a todos os conselhos regionais de medicina e às sociedades de especialidades médicas.

Fonte:http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20101223/not_imp657264,0.php
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sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Feliz Natal!!!!

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domingo, 31 de outubro de 2010

Pilates para Gestante e Pós-Parto - Novidade!!

Estou oferecendo aulas de Pilates para Gestante e Pós-Parto aqui em Campinas em um estúdio de Pilates no bairro Cambuí. As aulas duram 1 hora, podendo ser realizadas individual ou em dupla. Também estou montando turmas para o Pilates de Solo em Barão Geraldo no espaço Sabiah.

Quem tiver interesse de conhecer meu trabalho, estarei oferecendo aula experimental sem nenhum custo é só entrar em contato pelo e-mail: nathaliahelena@yahoo.com.br ou pelos tels: 3012-6288 ou 9204-5729 para agendar horário.

Folders:





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terça-feira, 12 de outubro de 2010

Blog em Manutenção!!

Meninas!!

Ocorreu um problema com o template do Blog! Estou tentando resolver o problema o mais rápido possível!

Beijos

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sexta-feira, 8 de outubro de 2010

História do Método Pilates

O nascimento do Pilates
      Nascido na cidade de Mönchengladbach, na Alemanha, em 1881, Joseph Hubertus Pilates, criador do Método Pilates, era uma criança doente que sofria de asma, raquitismo e febre reumática. Sua determinação em se tornar fisicamente mais forte o levou a estudar varias formas diferentes de movimento durante toda sua vida. Na juventude praticou muitos esportes como ginástica, esqui, mergulho e boxe.
      Durante a Primeira Guerra Mundia, em 1912, Joseph Pilates ganhava a vida na Inglaterra como lutador de boxe e foi considerado um inimigo estrangeiro sendo preso em um campo de concentração. Trabalhou nesse período em um hospital com exilados e mutilados,lá ele iniciou o uso de molas no tratamento médico, o que seria a base para mais tarde o ajudar no desenvolvimento de um sistema de exercícios e equipamentos. Alguns anos depois ele retornou à Alemanha, onde permaneceu pouco tempo.



     Em 1926 Pilates emigrou para os EUA e fundou um studio na cidade de Nova York, denominando seus método como “Contrologia”. Seu trabalho, porém, só teve repercursão a partir dos anos 40, principalmente entre os dançarinos, tais como Ruth St. Denis, Ted Shawn, Martha Graham, George Balanchine e Jerome Robbins.


    Joseph Pilates viveu um vida longa e saudável, morreu em 1967, aos 87 anos, sem deixar herdeiros. Clara Pilates, sua esposa, assumiu então a direção do studio, dando continuidade ao trabalho do marido. Por volta de 1970, ela fez convites a alguns alunos de Joseph Pilates, passando a direção do Studio a Romana Kryzanowska, uma antiga aluna do studio na década de 50.


   Muitos estudantes de Joseph e Clara Pilates abriram seus próprios studios. Ron Fletcher,(um dançarino, que estudou com Joseph nos na década de 40), abriu seu studio em Los Angeles, em 1970. Clara ficou fascinada com o trabalho de Ron Fletcher e lhe deu permissão para difundir o nome e o trabalho de “Pilates”. Junto com Carola Trier, Fletcher trouxe inúmeras inovações e avanços para o trabalho de “Pilates”.


    Desde então o método cresceu muito e hoje em dia, o Método Pilates não é usado mais somente como atividade física, mas também para fins de reabilitação, podendo tratar uma grande variedade de patologias.
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Cientistas descobrem a causa da hipertensão durante a gravidez

DA REUTERS

Cientistas descobriram um mecanismo que aumenta a pressão arterial em pré-eclâmpsia, uma condição que pode levar à morte durante a gravidez. A descoberta ainda pode ajudar a desenvolver novos medicamentos para a hipertensão.


Pesquisadores das universidades britânicas Cambridge e Nottingham decifraram o primeiro passo do processo principal que controla a pressão arterial --a liberação de um hormônio chamado angiotensina, desde a sua fonte proteica, o angiotensinogênio.

"Embora tenhamos focado principalmente na pré-eclâmpsia, a pesquisa também abre novas pistas para futuras investigações sobre as causas da hipertensão arterial em geral", disse Zhou Aiwu da Universidade de Cambridge, cujo trabalho foi publicado na revista "Nature".

Especialistas estimam que o custo do tratamento de mulheres grávidas com pré-eclâmpsia é de US $ 45 bilhões por ano nos Estados Unidos, Europa, Ásia, Austrália e Nova Zelândia. Nos países em desenvolvimento, estima-se que 75.000 mulheres morrem a cada ano devido à condição.

Se as mães e seus bebês sobrevivem, as mulheres correm um maior risco de sofrer pressão alta, doença cardíaca, derrame e diabetes. Os bebês geralmente nascem prematuros e podem sofrer complicações mais tarde na vida.

A hipertensão é classificada como o maior fator de risco para as causas de morte no mundo, segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde).

As drogas usadas atualmente para tratar a pressão arterial elevada incluem inibidores que bloqueiam a produção de angiotensina, ou bloqueadores dos receptores da angiotensina, que impedem o efeito da angiotensina no corpo após sua liberação.

Robin Carrell, que liderou o projeto de pesquisa por 20 anos, disse que esses tipos de drogas geralmente funcionam bem no tratamento da hipertensão padrão, mas não podem ser administrados a mulheres grávidas, uma vez que representam um risco para o desenvolvimento do bebê.

Para o estudo, os cientistas usaram um feixe de raio-X intenso para analisar a estrutura do angiotensinogênio e descobriram que ele pode ser oxidado e se transforma numa enzima chamada renina. Em seguida, a renina interage com a proteína para liberar o hormônio angiotensina, que por sua vez aumenta a pressão arterial.

Os investigadores de Nottingham testaram os resultados de laboratório em análises de amostras de sangue de mulheres com pré-eclâmpsia e pessoas com pressão arterial normal. Eles verificaram que a quantidade de angiotensinogênio oxidado --e, portanto, mais ativo-- foi maior em mulheres com pré-eclâmpsia.

Carrel disse que a primeira etapa do trabalho ajudou a explicar por que a pressão arterial elevada, por vezes, ocorre na gravidez quando o corpo reajusta para a necessidade de oxigênio do feto.

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quinta-feira, 7 de outubro de 2010

FDA alerta para uso de almofadas que evitam movimento de bebês durante o sono

DA FRANCE PRESSE

Autoridades americanas pediram na quarta-feira (29) que os pais deixem de usar as almofadas posicionadoras que evitam que os bebês virem durante o sono, porque elas podem ser fatais.


A comissão de segurança de produtos de consumo (CPSC, da sigla em inglês) e a FDA (agência de controle de alimentos e medicamentos nos EUA) advertiram os pais e babás que deixem de usar esses travesseiros, pois receberam dezenas de informes sobre bebês de cerca de quatro meses que morreram por conta do acessório.

A maioria das crianças foi sufocada e morreu ao ficar de barriga para baixo depois girar para o lado, mas outros se asfixiaram ao ficar presos entre o travesseiro e um lado do berço.

"Pedimos aos pais e às babás que considerem seriamente nossa advertência e deixem de usar esses posicionadores, para que as crianças tenham um sono mais seguro", disse a presidente da CPSC, Inez Tenenbaum.

As mortes e os incidentes ocorridos por conta dessas almofadas foram registrados em um período de 13 anos, informaram ambas as agências

Fonte:http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/806825-fda-alerta-para-uso-de-almofadas-que-evitam-movimento-de-bebes-durante-o-sono.shtml
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quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Divulgação - Encontro Semana Nacional de Incentivo ao Sling

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sábado, 2 de outubro de 2010

O leite no ‘tribunal científico’

Livro aponta prós e contras do consumo de leite por adultos

Carmo Gallo Netto


O leite de vaca tornou- se um alimento polêmico. Existe o consenso de que as crianças devem tomar leite, desde que não apresentem hipersensibilidade às suas proteínas, intolerância à lactose ou manifestem outros fatores impeditivos. Quanto aos adultos, a ingestão de leite é controversa. O leite é visto como causador de alergias – principalmente, sua fração protéica –, intolerância à lactose, asma, rinite, aumento da produção de secreções mucosas, diabetes, catarata, câncer do ovário, entre outras doenças.


Ademais, a despeito dos avanços da indústria de laticínios – que com o desenvolvimento de novas técnicas de processamento têm possibilitado a obtenção de produtos mais seguros do ponto de vista higiênico-sanitário –, ainda assim existem problemas de contaminação do leite por antibióticos, micotoxinas, hormônios e pesticidas agrícolas – além da ocorrência de fraudes.

Entretanto, o leite e seus derivados constituem importantes fontes de minerais, vitaminas e proteínas de alto valor biológico. O produto contém nutrientes capazes de modular funções fisiológicas específicas, o que o torna fonte de ingredientes funcionais promotores da imunomodulação – estimulação do sistema imune. O consumo de leite está associado à prevenção de osteoporose, hipertensão arterial, ao controle do peso corpóreo e até a modulação da gordura corporal, entre outros fatores. Contribui também na atividade antimicrobiana e antiviral.

O consumidor, ao se defrontar com problemas e benefícios associados à ingestão de leite, se sente sem rumo e em geral não encontra orientação consensual entre os profissionais da saúde. Motivada pela polêmica e pela desorientação envolvendo o consumo de leite por adultos, a pesquisadora Adriane Elisabete Antunes de Moraes, docente do curso de Nutrição da Faculdade de Ciências Aplicadas (FCA), do campus de Limeira da Unicamp, uniu-se à pesquisadora Maria Teresa Bertoldo Pacheco, do Instituto de Tecnologia de Alimentos (ITAL), com o objetivo de realizar uma revisão abrangente da literatura científica envolvendo o tema.

O objetivo era resgatar evidências científicas que permitissem apresentar mitos e fatos envolvendo o consumo de leite pelo adulto. Ao se darem conta da dimensão da tarefa, as pesquisadoras decidiram levá-la a cabo organizando uma equipe multidisciplinar constituída por profissionais das áreas de Nutrição, Biologia, Medicina, Engenharia de Alimentos, Química, Bioquímica, Zootecnia, Farmácia e Economia.

Do trabalho resultou o livro Leite para adultos: mitos e fatos frente à ciência, editado por elas, também autoras de vários dos capítulos. Dividida em quatro partes, a obra aborda o leite como alimento polêmico; alimento nutritivo; fonte de ingredientes funcionais; e dá um panorama da evolução histórica de seu consumo, focando aspectos genéticos. O trabalho foi realizado em apenas dois anos, desde a primeira reunião até o lançamento da obra, que tem cerca de 500 páginas.

A professora afirma que “a ideia foi apresentar argumentos contrários e favoráveis ao consumo de leite por adultos para que o leitor possa tomar sua decisão individualmente”. Reconhece que o público alvo deve ser mais especificamente constituído por profissionais ligados à área da saúde e alimentos: nutricionistas, médicos, zootecnistas, veterinários e os que trabalham na cadeia do leite.

Adriane esclarece que a obra traz informações atualizadas e abrangentes sobre o tema e pretende oferecer aos profissionais da área de alimentos e saúde, bem como para a população em geral, um manual de consulta que possa trazer benéficos individuais e coletivos.

Ao final do prefácio, as autoras-editoras convidam o leitor “a ser júri deste ‘tribunal científico’ e a formar uma opinião crítica sobre o tema e desta forma absolver ou condenar o réu”.

Mitos e fatos

Adriane sempre teve interesse em pesquisas com leite e derivados, mesmo estando pessoalmente desvinculada dos meios produtivos e comerciais. Segundo ela, o leite é um alimento de excelente qualidade nutricional. Apresenta adequado equilíbrio de macro e micronutrientes, fatores de crescimento, imunoglobulinas, satisfazendo todas as necessidades nutricionais dos recém-nascidos nos primeiros meses de vida.

O homem optou pela ingestão do leite ao longo da vida devido à escassez de alimentos e até de água, por apreciar-lhe o gosto, por questões psicológico-afetivas relacionadas à infância e para promoção da saúde, principalmente as relacionadas à manutenção da saúde de ossos e dentes.

A introdução do leite na dieta do homem adulto, lembra, foi possível graças à domesticação do gado e ao desenvolvimento de tecnologias de refrigeração, de pasteurização e ultra-pasteurização, do envase e à distribuição que permitiram sua industrialização e sua fácil disponibilidade para o mercado consumidor.

Segundo ela, o trabalho de revisão procurou buscar argumentos favoráveis e contrários ao consumo de leite pelos adultos e examiná-los e discuti-los com base em fundamentações científicas.

Ela entende que realmente existem pessoas que não devem consumir leite, da mesma forma que outras não devem consumir outros tipos de alimentos como trigo e soja, por exemplo, porque lhes causam alergias ou provocam reações indesejáveis no organismo.

Entre os mitos analisados no livro, a docente destaca a afirmação de que o homem é o único animal que continua ingerindo leite na fase adulta. Rebate dizendo que os animais mamíferos adultos também bebem leite desde que lhes seja ofertado e isso não acontece por se tratar de um alimento caro. O desmame dos animais ocorre porque o leite precisa ser preservado para as novas crias. A propósito, lembra que o soro do leite resultante da fabricação do queijo é utilizado para alimentar porcos adultos.

Constitui para ela outro mito a afirmação de que o homem não necessita incluir leite na sua dieta. Ela diz que isso até pode ser verdadeiro desde que se fique atento a outras fontes de cálcio, o que não é fácil. E esclarece: “Todo cálcio que o ser humano precisa pode vir dos vegetais, a exemplo do que acontece com animais como girafa e elefantes, que vivem de folhas. Mas a comparação dificilmente atende às necessidades humanas porque os animais passam muitas horas do dia se alimentando. A biodisponibilidade de cálcio nas folhas é pequena comparada ao leite e existem ainda alguns fatores anti-nutricionais que dificultam sua absorção, o que torna seu aproveitamento mais difícil”. Ela afirma que quem não consome leite e derivados e não se alimenta de vegetais ricos em cálcio poderá vir a desenvolver osteoporose.

A pesquisadora lembra que à exceção da manteiga, que é obtida da porção gordurosa do leite, a grande fonte de cálcio é constituída pelo leite e derivados. Três copos, do tipo americano, de leite diários são suficientes para atender cerca de 75% das recomendações nutricionais do organismo. Para obter as mesmas quantidades de cálcio, com a ingestão do leite, é necessário o consumo de um grande volume de vegetais, o que não é frequentemente observado na dieta da maioria das pessoas.

Entre os fatos envolvendo o consumo de leite por adultos, Adriane comenta a intolerância à lactose, que é o açúcar que se encontra apenas no leite de todos os mamíferos. O fato de dois terços da população mundial serem resistentes à lactose serve de argumento para os que são contrários ao consumo do leite, considerando-o alimento não adequado na fase adulta.

Enzima

Essa intolerância é decorrente de o organismo cessar ou reduzir a produção da enzima que quebra esse açúcar. A professora explica que certas pessoas depois do desmame perdem a capacidade de secretar essa enzima ou a produzem menos. Aí surgem os sintomas da intolerância, como diarréia osmótica, cólicas, flatulência, dor e distensão abdominal. Como mostra o livro, essa intolerância está relacionada também a fatores raciais. No Brasil, devido à miscigenação, apenas 25% da população apresenta intolerância à lactose, porcentagem muito baixa em relação à de muitos países. Na África, na China e no Japão quase toda a polução é intolerante a esse açúcar. Mas em países como a Nova Zelândia, Austrália e em regiões como o norte europeu a intolerância à lactose é mínima.

Adriane explica que essa adaptação orgânica está relacionada a fatores históricos, envolvendo domesticação do gado e consumo de produtos lácteos que propiciaram uma mutação genética que favorece a produção da enzima necessária para quebra do açúcar do leite. Ou seja, a intolerância original à lactose foi se modificando com o consumo de leite, o que não aconteceu com os que não o utilizavam em suas dietas.

Para ressaltar a importância alimentar do leite e o seu papel como alimento funcional, a pesquisadora lembra que a China, onde tradicionalmente não se consome o produto, ele começa a ser introduzido, naturalmente sem lactose. Com a decisão, o governo pretende não só reduzir os altíssimos índices de osteoporose verificados no país como o problema da baixa estatura da população.

A docente menciona ainda o fato de o leite ser considerado um dos alimentos mais alergênicos, o que para ela é verdade. O produto está no topo do grupo dos alimentos que causam alergia. Por quê? Adriane lembra que a amamentação com leite materno em geral tem sido muito curta sendo logo substituída pela alimentação com leite de vaca. Na tenra idade, o trato digestório da criança apresenta permeabilidade maior para que ela possa adquirir os anticorpos presentes no leite da mãe. Devido a essa permeabilidade maior, com a introdução precoce do leite de origem animal o organismo da criança acaba gerando anticorpos contra as proteínas que desconhece. Essa alergia, explica a professora, não aconteceria ou diminuiria muito se a criança fosse amamentada com leite materno até o sexto mês.

Pelos menos as gerações mais antigas acreditam piamente que ingerir leite com manga faz mal ou pode levar à morte. Adriane conta que essa é uma lenda que surgiu na época da escravatura para que os negros consumissem as mangas abundantes e preservassem o leite para os senhores. Ela diz que, para que a crença se estabelecesse, muitos escravos foram envenenados e adoeceram ou até morreram. Hoje nas gôndolas dos supermercados encontram-se iogurtes sabor manga.

No passado, conta Adriane, acreditava- se que o leite, como alimento neutro, seria bom para o tratamento de gastrite. Segundo ela, existem pessoas com gastrite que submetidas ao tratamento com leite pioram porque, nesses casos, ele ativa a acidez do estômago. Embora esse efeito varie de intensidade de pessoa para pessoa, ela conclui que o leite pode não ser um bom alimento para os portadores do problema.

Fonte:http://www.unicamp.br/unicamp/unicamp_hoje/ju/setembro2010/ju476_pag11.php#
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sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Bebês mimados tornam-se adultos menos estressados, diz estudo

DA FRANCE PRESSE

A afeição maternal transbordante dada aos bebês de alguns meses torna-os mais bem preparados para enfrentar os problemas da vida na idade adulta, segundo um estudo publicado na terça-feira (27) no "Jornal de Epidemiologia e Saúde Comunitária", uma revista americana.

Na pesquisa realizada durante vários anos com 482 pessoas no Estado americano de Rhode Island, os cientistas compararam dados sobre a relação dos bebês de 8 meses com sua mãe e seu desempenho emocional, medido por testes, aos 34 anos de idade.


Eles queriam verificar a noção segundo a qual os vínculos afetivos fortes a partir da primeira infância fornecem uma base sólida para se sair bem ante os problemas da vida.

Até então, os estudos sobre o assunto eram baseados em relatos de lembranças da infância, sem um acompanhamento.

A qualidade da interação dos bebês com suas mães aos 8 meses foi avaliada por um psicólogo, que anotou as reações de afeto e atenção da mãe. A classificação - datando dos anos 60 - ia de "negativa" à "excessiva", passando por "calorosas".

Em cerca de um caso em dez, o psicólogo notou um baixo nível de afeto maternal em relação ao bebê. Em 85% dos casos, o nível de afeição era normal, e elevado em 6% dos casos.

Essas pessoas acompanhadas foram testadas, depois, aos 34 anos, sobre uma lista de sintomas reveladores de ansiedade e hostilidade e mal-estar em relação ao mundo.

Qualquer que fosse o meio social, ficou constatado que os que foram objeto de mais carinhos aos 8 meses tinham os níveis de ansiedade, hostilidade e mal-estar mais baixos. A diferença chegava a 7 pontos no item ansiedade em relação aos outros; de mais de 3 pontos para hostilidade e de 5 pontos para o mal-estar.

Curiosamente, não havia diferença entre os que receberam um nível de afeto baixo e o normal. Isso poderia ser explicado, principalmente, segundo os pesquisadores, pela falta de interações verdadeiramente negativas na mostra observada.

Segundo eles, isto confirma que as experiências, mesmo as mais precoces, podem influenciar na vida adulta. As memórias biológicas construídas cedo podem "produzir vulnerabilidades latentes", dia o estudo.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/774689-bebes-mimados-tornam-se-adultos-menos-estressados-diz-estudo.shtml
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